1. Contrastar

https://www.youtube.com/watch?v=6zKHG7mQ3M0Graça é um movimento em comunhão com outro movimento (o qual se oferece a si) e que por um instante esconde essa comunhão. – Louis Lavelle

Duração: até dois meses

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Explorações práticas

  • Reflexão: a Graça e os contrastes segundo Louis Lavelle.
  • Overdubs em trocas sequenciais, entre eu (Mario) e o participante da oficina.
  • Oberdubs #2 e comentários
  • Overdubs #3 e comentários
  • Do contrário: músicas sólidas. Do gênero chamado “ambiente” e outros(as). Quais são ou como serão suas criações menos contrastantes?
  • Teoria dos graus e do campo harmônico – contrastes de diferentes amplitudes e distâncias (a “circularidade” da música)
  • Os contrastes extra-musicais a na música e a partir dela.
  • “Reciprocidades preciosas”

A questão do contraste é bastante estimada nos estudos estéticos. Devemos supervalorizar esse efeito? O que diz respeito a Contrastar quando estamos no terreno da criação? São contrastes apenas internos à obra? Ou a aparição fora do comum de um objeto artístico já configura contraste com o mundo ordinário e com os seres sedentos que o envolvem? O ciclo parte de reflexões que pude anunciar neste texto sobre o trio de música eletrônica The Avalanches. O que, na criação e na intenção do aluno-participante, já configura contrastes e como poderemos criar outros? Serão de que amplitude? Assuntos da teoria musical tradicional, como o campo harmônico, poderão ser interessantes neste debate.

ARQUIVOS RESULTANTES DO CICLO

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